A MarcaLançamento Oficial: Cachaça Don Diego Bars Extra Premium
Apresentamos a Don Diego Bars Extra Premium: 5 anos de envelhecimento em carvalho europeu, 750 ml, 40% vol. Uma homenagem à lenda da vaquejada.
Ler maisA vaquejada não nasceu como esporte. Nasceu como trabalho. Nos séculos XVII e XVIII, quando o gado criado solto nas fazendas nordestinas precisava ser reunido e marcado, os vaqueiros desenvolveram técnicas a cavalo para perseguir, cercar e derrubar o boi bravo com segurança. Era uma atividade que exigia coragem, habilidade e um cavalo à altura.
Com o tempo, os próprios vaqueiros começaram a competir entre si. Quem derrubava o boi mais rápido? Quem tinha o melhor cavalo? Essas disputas informais, realizadas nas fazendas durante os feriados e festividades, foram a semente do esporte que conhecemos hoje. A vaquejada cresceu, ganhou regras, troféus e torcida, mas nunca perdeu a essência bruta e genuína de sua origem.
Na vaquejada moderna, dois vaqueiros montados em cavalos percorrem uma faixa de areia em alta velocidade, ladeando um boi que corre à frente. O objetivo é derrubar o boi dentro de uma área delimitada por faixas coloridas pintadas no chão, puxando-o pelo rabo com ambas as patas traseiras erguidas. A precisão, a velocidade e a sincronização entre a dupla são fundamentais para a pontuação.
O cavalo da direita, chamado de cavalo de esteira, é responsável por pressionar o boi contra o cavalo da esquerda, o cavalo de bater, que posiciona o peão para realizar a derrubada. É um trabalho de equipe que exige meses de treinamento e uma sintonia quase telepática entre o vaqueiro e seu animal.
Nenhuma raça se adaptou tão bem à vaquejada quanto o Quarto de Milha. Sua explosão muscular nos primeiros metros, o chamado burst, é incomparável. Em questão de segundos, o animal alcança velocidades que nenhum outro cavalo atinge nessa distância. Aliado a isso, o instinto natural da raça para trabalhar com gado — o famoso cow sense — torna o Quarto de Milha não apenas rápido, mas inteligente na perseguição.
Os melhores cavalos de vaquejada valem fortunas. Animais com genealogias impecáveis, oriundos de linhagens campeãs como as do lendário Don Diego Bars, podem ser negociados por valores que chegam a centenas de milhares de reais. O mercado equino em torno da vaquejada movimenta a economia de inúmeras cidades nordestinas.
Em 2016, a vaquejada foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial do Brasil, um reconhecimento que validou séculos de tradição nordestina. Mais do que um esporte, ela é uma expressão cultural que envolve música (o forró e o xote), gastronomia (a carne de sol, o baião de dois), artesanato (as roupas de couro dos vaqueiros) e um modo de vida inteiro.
Os eventos de vaquejada são hoje os maiores shows do interior nordestino. Nos fins de semana, cidades como Mossoró, Caicó e Campina Grande recebem milhares de pessoas para assistir às disputas e celebrar a cultura sertaneja. É nesse ambiente vibrante e autêntico que a cachaça Quarto de Milha encontra seu público mais fiel.
Cada garrafa de Cachaça Quarto de Milha carrega em si a energia da vaquejada — a explosão, a precisão, a tradição. Assim como o esporte nasceu do trabalho cotidiano e se transformou em arte, nossa cachaça nasce do caldo simples da cana-de-açúcar e se transforma, pelo alambique de cobre e pelo tempo em barris nobres, em algo verdadeiramente extraordinário.
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Do Engenho Tuiuiu para a sua mesa. Cachacas artesanais envelhecidas em madeiras nobres, produzidas com 70 anos de tradicao nordestina.
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