A MarcaLançamento Oficial: Cachaça Don Diego Bars Extra Premium
Apresentamos a Don Diego Bars Extra Premium: 5 anos de envelhecimento em carvalho europeu, 750 ml, 40% vol. Uma homenagem à lenda da vaquejada.
Ler maisDurante décadas, a cachaça foi vista, fora do Brasil, como uma bebida exótica e pouco sofisticada — associada apenas à caipirinha e ao estereótipo tropical. Essa visão está mudando rapidamente. Nos últimos anos, a cachaça artesanal brasileira tem conquistado prateleiras de lojas especializadas em Nova York, Londres, Berlim e Tóquio. Bartenders de classe mundial a incluem em seus cardápios. Competições internacionais de destilados a reconhecem com medalhas de ouro.
O Brasil produz a terceira maior quantidade de destilado do mundo, atrás apenas da vodca e do baijiu chinês. Mas por muito tempo, menos de 1% da produção nacional era exportada. Esse cenário está mudando — e a revolução vem de cima, puxada pelas cachaças artesanais de alambique que têm qualidade para competir com os melhores destilados do planeta.
Competições como o World Spirits Competition, em San Francisco, e o International Spirits Challenge, em Londres, passaram a incluir categorias específicas para cachaça. Os resultados têm surpreendido juízes acostumados a avaliar whisky, rum e conhaque. Cachaças brasileiras artesanais voltam dessas competições com medalhas de ouro e duplo ouro, ao lado de destilados que custam dez vezes mais.
O que impressiona os juízes internacionais é justamente o que os apreciadores brasileiros sempre souberam: uma cachaça artesanal bem feita e adequadamente envelhecida tem complexidade, elegância e personalidade que rivalizam com os melhores destilados do mundo. A diferença é que ela carrega uma identidade que nenhum outro país pode replicar — a alma do Brasil.
Uma das batalhas da cachaça no mercado internacional é a distinção legal e conceitual em relação ao rum. Nos Estados Unidos, por exemplo, a cachaça foi por muito tempo classificada como um tipo de rum para fins de importação. Em 2013, uma resolução do governo americano reconheceu a cachaça como uma categoria distinta — uma vitória importante para a indústria brasileira.
A distinção é real e significativa: o rum é produzido principalmente a partir de melaço, o subproduto do processamento do açúcar. A cachaça é feita exclusivamente do caldo fresco de cana-de-açúcar. Essa diferença de matéria-prima resulta em perfis aromáticos completamente distintos — a cachaça tende a ter mais frescor vegetal e notas de cana que o rum, que é mais adocicado e encorpado pelo melaço.
A tendência global por destilados artesanais, transparentes quanto à sua origem e método de produção, está na contramão da cachaça industrial e a favor da artesanal. Consumidores ao redor do mundo querem saber de onde vem o que bebem, como foi feito, quem o fez. A cachaça artesanal tem todas as respostas — e uma história que poucos destilados podem igualar em riqueza cultural.
Para a Cachaça Quarto de Milha, o mercado internacional representa não apenas uma oportunidade de negócio, mas uma missão: levar a cultura nordestina, a tradição do Engenho Tuiuiú e a excelência do alambique de cobre para paladares de todos os continentes. Porque o mundo merece conhecer o que o sertão brasileiro tem de melhor.
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Do Engenho Tuiuiu para a sua mesa. Cachacas artesanais envelhecidas em madeiras nobres, produzidas com 70 anos de tradicao nordestina.
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